A Marcha
“Mais de trinta anos a marchar por Quarteira, fiéis à tradição que nasceu em Lisboa, com trajes, canções e coreografias feitos de raiz todos os anos.”
As Marchas Populares de Quarteira têm raízes nos anos 60, com o impulso do Padre Elísio Dias. A partir daí, a tradição foi crescendo e, nos anos 90, várias marchas arrancaram com grupos organizados. A Marcha Vasco da Gama deu os seus primeiros passos em 1991.
Em 1995 fundou-se a APROMAR, a Associação Promotora das Marchas Populares, que passou a organizar oficialmente o evento. Todos os anos, em junho, várias marchas de Quarteira apresentam-se no Passeio das Dunas, com trajes e canções feitas de raiz.
A Marcha Vasco da Gama reúne marchantes de todas as idades, dos mais novos aos que já cá estão há décadas. É um grupo que começa a preparar-se meses antes: escolhe o tema, compõe a canção, cria as coreografias e constrói os arcos e os trajes.
Os trajes seguem o fio do tema: o que se desfila num ano pode ser bem diferente do ano seguinte, porque a festa muda de rosto sem perder o espírito de grupo. Cada edição traz um tema novo e uma canção nova. Os marchantes mantêm-se.
Acima de tudo, a Marcha Vasco da Gama faz questão de honrar a raiz da festa. Procura seguir de perto a linha de Lisboa, a nascente das marchas populares, dos arcos e da indumentária aos padrões do desfile. É essa fidelidade à tradição, mantida ano após ano, que faz dela uma das marchas mais singulares e emblemáticas de Quarteira.
Linha do tempo
1968
Padre Elísio Dias, pároco de Quarteira, lança as primeiras Marchas Populares na vila, dando início a uma tradição que iria crescer nas décadas seguintes.
1991
A Marcha Vasco da Gama desfila pela primeira vez. É o arranque do grupo que, desde então, não tem faltado aos Santos Populares de Quarteira.
1995
Nasce oficialmente a Associação Promotora das Marchas Populares, que passa a organizar o desfile anual.
Hoje
A Marcha Vasco da Gama desfila todos os anos nos dias dos três santos: Santo António, São João e São Pedro.
A marcha das marchas.
Bairrismo Vasco da Gama, hoje e sempre.
Parabéns mais uma vez à Marcha Vasco da Gama, e obrigado por serem a única a manterem a tradição presente.
A Vasco da Gama foi a única que ainda mostrou o que eu fui lá ver. Gostei mesmo muito de tudo.
Esta é marcha e ponto final. Somos tradição, e pronto, está dito. Quando chegamos, Quarteira pára. Porque nós somos a Marcha da Rua Vasco da Gama.
Não tenho palavras. Marchantes maravilhosos a dançar do início ao fim, com tanta garra e emoção. Uma coreografia que à partida era difícil mas que ficou magnífica. Obrigada, família Vasco da Gama.
Tive que ver novamente essa beldade que foi o desfile de marcha 2025. Todos de parabéns. Saudade.
Uma marcha incrivelmente bonita, em todos os sentidos. Que brio!
Perguntas frequentes
A Marcha Vasco da Gama é uma marcha popular de Quarteira, no Algarve, a desfilar sem interrupção desde 1991. Reúne marchantes de todas as idades e apresenta-se todos os anos nos Santos Populares, no Passeio das Dunas.
A fidelidade à raiz. A Marcha Vasco da Gama segue de perto a tradição das marchas de Lisboa, a nascente das marchas populares, dos arcos e da indumentária aos padrões do desfile. É essa entrega à tradição, mantida há mais de trinta anos, que faz dela uma das marchas mais singulares e emblemáticas de Quarteira.
Desde 1991. Deu os primeiros passos nesse ano e nunca mais faltou aos Santos Populares de Quarteira, o que faz dela uma das marchas com presença mais continuada na vila.
Todos os anos, em junho, nas noites dos três santos populares: Santo António, São João e São Pedro. Os desfiles realizam-se no Passeio das Dunas, em Quarteira.
Cada ano traz um tema novo, uma canção nova e uma coreografia nova. Os trajes, os arcos e os adereços são criados de raiz para esse tema, fruto de meses de ensaios e de trabalho manual. Os marchantes mantêm-se de ano para ano.
A marcha está sempre aberta a novos marchantes. Quando as inscrições para a próxima edição abrem, é possível inscrever-se através deste site.
As inscrições para esta edição estão encerradas. Reabrem para a próxima edição.
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